NexaOn Trace

A mesma atenção à origem. Percursos diferentes.

Escolha sua cadeia e encontre situações, registros e pontos de atenção do seu dia a dia.

Soja: do talhão ao embarque.

A colheita passa por armazéns, silos e diferentes fornecedores. Manter o vínculo entre origem e lote é parte central desse percurso.

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Imagem ilustrativa de mãos examinando vagens de soja.

Café: a identidade não termina na colheita.

Do terreiro à tulha, do beneficiamento à formação do blend: a história do café precisa acompanhar as mudanças do lote.

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Imagem ilustrativa de cerejas de café em uma lavoura.

Bovinos: uma origem em cada passagem.

Cria, recria e engorda podem acontecer em fazendas diferentes. O fornecedor direto é uma parte da história, não necessariamente o começo.

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Imagem ilustrativa de bovinos Nelore em pastagem.

Cacau: da amêndoa à história da origem.

Colheita, fermentação e secagem dão identidade às amêndoas. A compra coletiva não precisa apagar o produtor que está por trás delas.

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Imagem ilustrativa de um fruto de cacau aberto e suas sementes.

Palma: a origem chega com cada cacho.

Entre a colheita e a usina, o tempo importa. Na recepção de muitos produtores, a identificação de cada entrega também.

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Imagem ilustrativa de um cacho de frutos de palma de óleo.

Borracha: do seringal ao lote industrial.

Látex, coágulo e borracha beneficiada são etapas diferentes. A transformação do material não deve interromper o vínculo com quem o produziu.

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Imagem ilustrativa de coleta de látex em uma seringueira.

Madeira: a transformação preserva a origem.

Da tora à peça serrada, espécies, volumes e documentos precisam continuar conversando entre si.

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Imagem ilustrativa de madeira serrada em uma unidade de processamento.